top of page
23cec979-d41b-4d05-82fa-582f8ec06fad.png

HISTÓRIA

Sobre a Justine Le Lapin

Justine é a nossa lebre com rabinho de feixe de luz. ✦

Seu nome vem de uma variação francesa da palavra “justiça”, mas aqui não vamos falar de gênero nem de regra.

Justine é Justine.

A lebre aparece como símbolo de movimento, atenção e passagem. Ela percebe antes, muda de rota, atravessa. Carrega a ideia de renovação, mas não como promessa ingênua, e sim como possibilidade real, quando se está atento.

 

A Justine nasce desse lugar: entre o cotidiano e o natural, entre o que é concreto e o que escapa. Fauna, flora e encantamento não aparecem como ornamento, mas como linguagem. São elementos que atravessam todas as coleções e ajudam a construir esse universo delicado, estranho, lúdico e nada óbvio, onde a fantasia opera com consciência e humor sutil.

 

Justine não guia, não protege, não ensina.

Ela atravessa junto.

 

É um lembrete silencioso de que ainda existe comunicação com o que é sensível, não como fragilidade, mas como percepção viva, mesmo em meio à correria, ao excesso e ao ruído.

 

A viagem continua.

E quem escolhe atravessar, atravessa junto.

fundo 2.jpg

QUEM FAZ?

IMG_9427.jpg

Meu nome é Priscila Tiltscher, mas prefiro ser chamada de Pri.

Não por informalidade, mas por intimidade. Criar é dividir o que tenho de mais interno, e a Justine nasce desse lugar de proximidade, não de distanciamento.

 

Tudo aqui é feito a duas mãos, as minhas. Da criação ao acabamento, da ideia à forma final. Cada peça carrega tempo, decisão e presença.

Criar foi a forma que encontrei de me colocar no mundo. É um processo de entrega real, onde imaginação, técnica e tempo se encontram sem separação clara. Nada aqui é automático.

 

O ato de criar me emociona porque é íntimo. É onde concentro repertório, inquietação, curiosidade e desejo de forma. É também onde encontro o universo de outras pessoas, quando algo que nasceu de mim passa a fazer sentido sob outro olhar, outra história.

 

A Justine existe nesse atravessamento. Entre o que me move e o que se transforma. Não como vitrine, mas como linguagem. Não como discurso, mas como prática.

Justine é meu alter ego.

A forma que encontrei de existir entre mundos paralelos.

O real e o fantástico.

bottom of page